23 de julho de 2014

Aruba: One happy island!


A simpática ilha de Aruba foi a nossa primeira parada no cruzeiro pelo Caribe.



Tínhamos praticamente o dia inteiro disponível para explorar a ilha (7 às 20hs) e fizemos o planejamento pensando em conhecer os principais pontos do país: a praia de Palm Beach e a capital Oranjestad.

Como tinha pesquisado anteriormente sobre as atrações, preços e como chegar, resolvemos que o custo benefício de conhecer a ilha por conta própria seria melhor do que contratar qualquer excursão do navio. Na verdade, sempre tenho preferência por fazer passeios por conta própria, geralmente é mais econômico e sempre dá mais liberdade de fazer o que quiser e ficar por quanto tempo quiser.

Saímos do navio e procuramos o ponto de táxi, ainda dentro do Porto. Acabamos desistindo, já que o taxista queria insistir em um valor diferente do tabelado (a tabela estava ao lado dele!) com a justificativa de ser feriado. O valor do táxi para Palm Beach deveria ser $13 dólares por corrida.

Então, saímos do porto e tentamos encontrar um táxi nas ruas de Oranjestad. Acabamos parando para pedir informações a uma menina na rua, que nos indicou que a melhor maneira era pegar o ônibus, cujo ponto final era logo atrás de um shopping onde a gente estava (adoro quando as pessoas são sinceras e prestativas! Aliás, o povo de Aruba é bem assim, e todos falam inglês e/ou espanhol muito bem!).

Enfim, compramos a passagem (já de ida e volta) na bilheteria, recebemos um cartão para o ônibus (estilo Rio Card no Rio ouOyster em Londres), embarcamos e em menos de 20 minutos estávamos em Palm Beach!

De cara, a praia já impressiona: muito luxuosa (os hotéis são maravilhosos, em especial o Renaissance!), ótima infraestrutura com barracas e cadeiras, praia de areias brancas e mar verdinho, sem ondas... Um paraíso!





Alugamos umas cadeiras de praia (que acabaram saindo de graça por causa da consumação!), tomamos umas bebidas (meu marido tomou a cerveja local, Balashi!) e ficamos a manhã inteira aproveitando a praia :)



Para o almoço, escolhemos um dos restaurantes da orla. O serviço é “padrão americano” (até porque Aruba recebe tantos turistas deste país que é “feita” para eles): ótimo atendimento, comida deliciosa e apresentação impecável. Além de servirem água de graça! (Economizamos na bebida...).

No início da tarde, caminhamos um pouco na praia e voltamos para Oranjestad, pegamos o ônibus na mesma rua que descemos. Até pensamos em fazer um passeio de escuna para snorkel / mergulho (que eu confesso que me arrependo de não ter ido). São várias agências oferecendo o passeio em 2 horários: 9hs e 13hs. 

As lojas já estavam abertas em Oranjestad, aproveitamos para fazer umas comprinhas, visitamos o Royal Plaza (aquele shopping cor-de-rosa logo em frente ao Porto!) e mais algumas lojinhas e voltamos ao navio pouco antes das 16hs (ou seja, com bastante tempo de sobra!).






Enfim, adoramos Aruba e a experiência da primeira parada no navio. Deu pra aproveitar bastante da ilha, e mesmo se tivesse feito o passeio da scuna ainda teria sido tranquilo!




14 de julho de 2014

Brasília – O que fazer numa viagem a trabalho

Por Julie Ana Speedy

Muita gente costuma visitar a capital do nosso país a trabalho, como meu caso, que estive em Brasília por uma semana. Mesmo tendo pouco tempo para ver as atrações (basicamente só o finalzinho do dia), ainda dá pra se organizar e conhecer um pouquinho dos principais pontos turísticos da cidade:

O QUE VISITAR

ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS

Dar uma olhada na principal e mais famosa via de Brasília é uma boa forma de conhecer um pouco da cidade.

Só é preciso tomar um pouco de cuidado pois Brasília não foi feita para pedestres (obrigada, Lúcio Costa! Agradeço também esse grande “favor” pelo bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro). Fiz a “burrice” de andar até lá a partir do SCS (Setor Comercial Sul). Não é longe (muito pelo contrário! Menos de 2km!!! Apenas uns 20 minutos de caminhada), mas é muito complicado para o pedestre. Melhor realmente é pegar um táxi!


CATEDRAL DE BRASÍLIA

A lindíssima Catedral de Brasília (e possivelmente a sua construção mais bonita) é um dos símbolos da cidade, projeto do Niemeyer. São 40m de altura com 16 arcos de concreto armado circundados por um espelho d’água. Mas o melhor mesmo é o interior, com lindos vitrais e uma acústica maravilhosa. Não fiz o teste, mas dizem que quem sussurrar de um canto do prédio pode ser ouvido por quem estiver do outro canto!





PRAÇA DOS TRÊS PODERES: CONGRESSO NACIONAL, PALÁCIO DO ITAMARATY E PALÁCIO DO PLANALTO

Infelizmente não consegui ver o interior dos prédios, pois já estavam todos fechados na hora que saía do trabalho (por volta de 17hs).

O Congresso Nacional é o que considero o prédio “símbolo” de Brasília: Blocos em formato de H, com cúpulas de concreto: na convexa são realizadas as sessões da Câmara dos Deputados e na côncava as do Senado Federal.

O horário de visita ao público é bem restrito:

Câmara – de 2ª a 6ª, das 9h30 às 12h e das 14h30 às 16h30; sábados e domingos, das 9h às 13h (de hora em hora)
Senado – de 2ª a 6ª, das 9h às 11h30 e das 15h30 às 16h30; sábados e domingos, das 10h às 14h (de hora em hora)

O Palácio do Itamaraty é a sede do Ministério das Relações Exteriores. A visitação é de 2ª a 6ª, das 15hs às 17hs e fins-de-semana de 10 às 14hs.

O Palácio do Planalto é a sede do Poder Executivo (ou seja, onde o escritório do presidente). Esse não está aberto à visitação. Mas há troca de guarda a cada 2 horas e todas as sextas-feiras às 17h30, realiza-se a cerimônia de arreamento da bandeira com a presença de bandas e Dragões da Independência.

Todos os prédios são projeto do Niemeyer!



TORRE DE TV

No eixo monumental, lado oposto à Praça dos Três Poderes, fica uma das atrações mais bacanas da cidade: a Torre de TV. No topo, a 75 metros do solo, encontra-se um mirante, de onde se tem uma visão privilegiada da Espalanada dos Ministérios, Estádio de Brasília, entre outros. O acesso é por elevador.



PONTÕES DO LAGO SUL

Na minha opinião, é sem dúvida o lugar mais bonito de Brasília. É uma grande área com bares, restaurantes e jardins, na beira do Lago Paranoá.









ONDE COMER

Como grande parte da população de Brasília é feita de imigrantes de outros estados do Brasil, a culinária de lá é bem diversificada. Dá pra encontrar vários restaurantes com comida tradicional do Sul, de Minas Gerais, do Nordeste...

Na semana que estive lá fui em restaurantes no Pontões do Lago Sul e no Shopping Pátio Brasil, no Setor Comercial Sul, próximo ao trabalho. Ao redor do shopping só é preciso tomar bastante cuidado com assaltos, pois tem muitos pivetes (inclusive presenciei um roubo).


CLIMA

Brasília é conhecida pelo clima seco e baixa humidade relativa do ar, principalmente no inverno. Estive na cidade nessa época do ano e sofri demais com o clima! Garganta e nariz seco, desidratação e sensação de boca seca o tempo todo... Pra quem não está acostumado, é bom se preparar!


COMO CHEGAR

Táxi: Espere pagar entre R$30 e R$35 na corrida de um táxi do Aeroporto até o Setor Hoteleiro Sul, dependendo do dia e horário (Bandeira 1 e 2). Para o Setor Hoteleiro Norte, o valor será um pouco mais alto. Preços de Junho/2014. 

11 de julho de 2014

Rio de Janeiro: a Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana

Por Julie Ana Speedy

Tomar um café da manhã, lanche da tarde ou até almoço na tradicionalíssima Confeitaria Colombo é um dos passeios mais "top" da cidade!

A Confeitaria possui duas unidades: a primeira (lindíssima!), no Centro do Rio de Janeiro, com 120 anos de existência e a segunda unidade, no interior do Forte de Copacabana, com uma vista incrível da praia.

Apesar de já ter visitado o Forte em várias ocasiões, nunca tinha parado para “beliscar” alguma coisa na Confeitaria. Tudo culpa da longa espera por uma mesa, que no horário do café-da-manhã pode chegar a mais de 2 horas!!!

Mas no mês passado, sanei essa “dívida” com a cidade e consegui almoçar por lá. Chegamos um pouco antes das 13hs, colocamos nosso nome na fila de espera (para as mesas externas) e esperamos “apenas” meia hora. Então, a dica lá é essa: chegue para o almoço bem depois do horário do café, que o tempo de espera é menor. Agora, pra quem quer ir pro café-da-manhã, não tem jeito. Vai ter que enfrentar uma filinha básica. O café (e Forte) só abre às 10hs da manhã e nos finais de semana e feriados não há reserva de mesa.

A demora, entretanto, compensa: a comida é muito gostosa, pratos super bem servidos e sem “mendigaria” de ingredientes. Além do atendimento, que é ótimo e a vista então... sem comentários de tão linda!

Indicações de pratos? Para o almoço, sugiro uma deliciosa salada de alface, presunto cru, mozzarella de búfala e molho pesto para a entrada (e dá pra dividir!).

Ah, e uma informação importante: é preciso pagar a entrada do Forte para ter acesso a Confeitaria. O ingresso custa R$6,00. Mas, depois, ainda dá para aproveitar e fazer uma visita “completa” ao Forte. Ótima ideia de passeio para incluir num roteiro pela cidade.







24 de junho de 2014

Santa Marta - Algumas Dicas Essenciais


COMO CHEGAR

A cidade de Santa Marta possui um pequeno aeroporto internacional – o Aeroporto Internacional Simón Bolívar – localizado a uns 20km do centro da cidade.

Entretanto, a maioria dos viajantes que vão a Santa Marta vêm de outras cidades na Colômbia, principalmente de Cartagena.

Nesse caso, a partir de Cartagena, a melhor opção é contratar um transfer porta-a-porta para Santa Marta. Contratamos esse transfer diretamente no nosso hotel em Cartagena, com a Marsol. São vans confortáveis, com ar condicionado. Pagamos $42.000 pesos colombianos por pessoa, cada trecho (cerca de R$50,00). O ponto negativo é a longa viagem, que pode durar até 5 horas! Tudo porque a van passa por Barranquilla e, de Cartagena para Santa Marta, ainda passa na “garagem” antes de sair da cidade.


HOSPEDAGEM

Já falei sobre a hospedagem neste post aqui.


CIRCULANDO NA CIDADE

A melhor forma de circular pela cidade são os táxis! Em Santa Marta não existe taxímetro, e os táxis cobram um valor fixo para a corrida – para qualquer lugar dentro da cidade!!! $5000 pesos nos finais de semana e $4500 pesos colombianos durante a semana. Ou seja, cerca de R$6,00!!! Muito barato não é? Ah, mas só vale para os locais dentro do centro urbano da cidade. O aeroporto, por exemplo, já está fora.


PASSEIOS

A cidade de Santa Marta em si não tem muita coisa interessante para ver. O grande destaque fica por conta da Quinta de San Pedro Alejandrino, um bonito sítio-museu onde Simón Bolívar passou os últimos dias de vida. Lá, o visitante pode ver a casa em que ele morou, e mais especificamente o quarto onde faleceu, tudo exatamente como naquela época. Além disso, ainda tem um memorial em sua homenagem. Meio fúnebre, não é? O interessante mesmo do local são as iguanas (dezenas delas!), que circulam livremente entre os turistas.

No final do passeio, vale a pena passear pelo shopping que fica em frente à Quinta.

Além disso, o centrinho histórico tem algumas praças, a Catedral e a (poluidíssima) praia.

Enfim, o principal em Santa Marta mesmo são as “day-trips”: O Parque Tayrona, Taganga, e a Sierra Nevada (Minca).







CUSTO-BENEFÍCIO

Se engana quem vai para a Colômbia achando que tudo é super em conta (como eu já comentei neste post aqui). Mas Santa Marta ainda é levemente mais barata que a super turística Cartagena.


SEGURANÇA

Apesar de não termos tido nenhum problema, andar nas ruas de Santa Marta passa bem menos segurança que em Cartagena. Pois, verdade seja dita: a cidade é meio “feinha”, suja, mal cuidada e tem um comércio super “popular” de rua, logo ao lado do centro histórico, que faria até o Saara no RJ se sentir um moderno shopping center.


ONDE COMER

Ao contrário de Cartagena, a cidade de Santa Marta deixa muito a desejar no quesito gastronômico. Até porque as opções são muito, muito poucas. A maioria dos restaurantes fica ao redor da Plaza de los Novios, com destaque para o “El Bistro”, restaurante francês super charmoso, com ótimos  pratos, em especial os steaks (no ponto à perfeição!) happy hour de mojito (leve 2 pague 1) das 16hs até às 20hs!

Ah, para quem está na cidade no domingo, vale um ponto de atenção: a maioria dos restaurantes fecha aos domingos, tanto no horário do almoço quanto no horário do jantar!











14 de junho de 2014

Hospedagem em Santa Marta: Hotel Casa del Farol

Por Julie Ana Speedy

Assim que comecei a pesquisar os preços de hospedagem em Santa Marta, percebi logo de cara que seria muito mais fácil encontrar um hotel ótimo por um preço bem menor do que em Cartagena. 

São várias opções de hotéis-boutique na cidade, todos com preços e localização bem parecida (no centrinho). 

Acabamos escolhendo o Hotel Casa del Farol, da rede Xarm Hotéis (eles também têm na cidade o Casa Etnia, La Casa del Árbol e o La Casa del Água). Agora, a minha opinião sobre o hotel: 

LOCALIZAÇÃO

O centrinho histórico de Cartagena é bem pequeno, e, como comentei, a maioria dos hotéis está localizada mais ou menos na mesma área, próximo à Plaza de los Novios (onde estão também a maioria dos restaurantes). Insanidade querer se hospedar em algum lugar fora do centrinho.


CAFÉ DA MANHÃ

Como em Cartagena, o café da manhã não é buffet, e sim a la carte (bem diferente ao que estamos acostumados aqui no Brasil). Mas, pelo menos, o Hotel Casa del Farol oferece a possibilidade do hóspede escolher entre cinco tipos de café da manhã diferentes: tailandês (salada de frutas com iogurte), norueguês (granola com iogurte), inglês (english breakfast tradicional, com bacon, ovo frito e mushrooms), francês (omelete) e espanhol (ovo frito com linguiça). Todos vem acompanhados de torrada, pão de leite, manteiga e geléia, além de café ou chocolate e suco. Dá pra forrar bem o estômago!


ATENDIMENTO

Todos os funcionários são super atenciosos e prestativos, apesar de apenas uma recepcionista, que atende na parte da manhã, falar inglês. Na nossa primeira manhã, os donos do hotel (um casal de espanhóis) se apresentaram, deram boas-vindas e algumas dicas sobre a cidade. E na noite que chegamos, o recepcionista nos ofereceu uma bebida típica da região e, como de praxe, entregou um mapa da cidade e deu informações sobre restaurantes próximos. 

Apesar de todos serem super educados, é tudo muito formal. Sabe quando falta empatia, identidade? 

QUARTOS/COMODIDADES

Apesar das instalações serem novas e modernas (e tudo muito bem limpo!), acho que é nesse ponto que o hotel peca mais. 

Pra começar, o chuveiro só pode ser pra anão. O meu marido, que é alto, ok, mas nada super fora dos padrões (1,90m), sofreu! 

Também, a piscina que é tão anunciada, serve só de enfeite. É um quadradinho de 1m x 1m, no cantinho da área onde o pessoal toma café. Sem cadeiras, espreguiçadeiras, sem uma área de piscina propriamente dita. Nos 4 dias que ficamos hospedados lá não vi ninguém usando a piscina ( e eu também nem me atrevi a pensar em entrar). 

Por fim, a foto “cartão de visitas” do hotel – um lindo terraço com mesas e bonita vista da cidade... Esquece! O hotel já não é mais assim. Agora, no terraço, foi construído um quarto (aliás, foi o quarto onde ficamos), e aí... matou o terraço. Meio injusto continuar anunciando o hotel com uma foto que não é recente, e pior, que não representa mais a realidade do lugar...


5 de junho de 2014

Minca: Refúgio rústico na Sierra Nevada


Por Julie Ana Speedy

É bem verdade que 99,9% dos turistas que visitam/se hospedam em Santa Marta tem um objetivo em mente: conhecer o Parque Tayrona (já falei desse lugar incrível neste post). 

Porém, nos arredores da cidade ainda tem outros passeios interessantes, em particular a Sierra Nevada de Santa Marta, maior cadeia montanhosa à beira mar do mundo. A Sierra alcança mais de 5700 metros de altitude, a apenas 42km do mar. Na Sierra, os passeios mais tradicionais são a Cidade Perdida, que é uma trilha de 5 dias, ou Minca, um "bate-e-volta" a partir de Santa Marta. 

Particularmente, eu não tinha nem ouvido falar em Minca, apesar de ter pesquisado muito antes da viagem. Eu estava incluída naquela maioria esmagadora de turistas que só pensavam em Santa Marta como acesso para o Tayrona e Taganga

Mas quando perguntamos no hotel sobre passeios na região, e eles nos indicaram Minca (além do Tayrona, é claro), achei que seria uma ótima oportunidade para ir a um local tranquilo, mais fresquinho, e dar um "break" no dia-a-dia de praia e piscina que a gente estava tendo desde o início da viagem (chegamos em Santa Marta depois de um cruzeiro no Caribe). Pela descrição, eu imaginava o local como a região de Nova Friburgo, na Serra do Rio de Janeiro. 

Mas eu estava completamente enganada! Foi um choque quando chegamos na "cidade" (se é que podemos chamá-la de cidade...).





COMO CHEGAR

Primeiro, para economizar, resolvemos combinar um preço com um taxista na rua em vez de contratar o taxista do hotel. Então, pagamos $30.000 pesos para o taxista nos levar até Minca, a uns 45 minutos de Santa Marta. Ele nos deixou e... foi embora, claro. 

Quando descemos e olhamos ao redor, ficamos super assustados com a situação! A cidadezinha não passava de duas ruas de terra, com uma igrejinha, dois ou três bares/restaurantes e um hotel. Sério. E o pior! Não vimos nenhum táxi/ônibus/van que pudesse nos levar de volta para à "civilização". Na hora bateu um desespero!!! 

Mas, depois de respirar fundo e nos acalmar, vimos um quiosque de informações turísticas, onde o atendente nos disse que havia "táxis coletivos" saindo de hora em hora de volta para Santa Marta, além de ter dado um folder com informações e passeios.

O QUE FAZER

Achamos em frente à igrejinha um pequeno restaurante para almoçar e, logo ao lado, uma agência de viagens onde fechamos um passeio para a Finca Victoria (fazenda de café) e a cachoeira Pozo Azul, por $50.000 para duas pessoas.

Fomos em um jipe e o guia-motorista era super gente boa, do local mesmo. Ele nos informou que Minca estava começando a entrar no circuito turístico, por causa do grande número de mochileiros em Santa Marta e Taganga, mas que era um destino super novo (coisa de 3 ou 4 anos). 

Primeiro, fomos à fazenda, a maior da região, onde aprendemos um pouco sobre o processo de fabricação de café, além de degustar um pouco da bebida. Eu também servi de "intérprete espanhol-inglês", pois a guia da fazenda só falava espanhol e os turistas só falavam inglês! O tour custou $5.000 pesos e durou cerca de 1 hora. 

Depois, o guia nos levou à cachoeira Pozo Azul (entrada gratuita!), onde aproveitamos para nadar e descansar um pouquinho.








VALE A PENA? 

Na nossa opinião, com certeza!!! Valeu muito a pena! Primeiro, para ver alguma coisa "diferente" de praia, praia e mais praia. Depois, foi ótimo reviver os tempos de "mochileiros". O lugar era lindo, as pessoas vivendo de uma forma tão simples... Ver essa realidade nos fez dar ainda mais valor à oportunidade que temos de viajar e conhecer outras culturas, além das nossas vidas e tudo o que construímos. Muito bom sair um pouco da zona de conforto!








VOLTANDO PARA SANTA MARTA

O guia se ofereceu para nos levar de volta à Santa Marta, por $25.000 pesos. Ótimo negócio, já que com o táxi coletivo pagaríamos esse preço para ir espremidos com outras 2 pessoas (além do tempo de espera para o táxi encher).